
Fim de tarde. Um desses lugares onde não mora ninguém, quando muito algumas famílias pobres, perto de um desses riachos ou mares. Um lugar tranqüilo, onde o tempo desliza suavemente por entre os dias, sem nenhum tipo de pressa. Um fim de tarde, onde o sol pinta o céu, de maneira que é impossível explicar como um só lugar pode ter tantas tonalidades, que variam entre tons pastéis e azuis turquesas, entre laranjas dóceis e violetas. O horizonte, limite da nossa visão, revela uma linda selva, que teve a sorte maior de nunca ser explorada por um daqueles monstruosos seres bípedes, que surgem sabe se lá de onde, vem sabe se lá por que, mas que levam sabe se muito bem o que: A vida que ali existe.
Na imensidão aquática que existe logo à frente, é possível ver vão reflexo do exuberante céu. Não bastasse isso, esse aglomerado de gotinhas forma uma união tão bela, que chega a formar outra dimensão, onde vivem animais dos mais diversos tipos, em plena paz e harmonia. E os humanos, tão cheios de si, não conseguem se igualar nem sequer a gotículas de água.
Uma ponte, simples, de madeira, feita pelos próprios moradores locais, ou visitantes periódicos, se estende sobre a água. A ponte, é claro, não foi a natureza quem fez, mas foi feita de maneira tão simples, tão inocente, tão livre de sentimentos grandiosos, que se encaixou no cenário, o tornando mais alegre, e mesmo sendo apenas um pontezinha, ela completou o cenário. Eis uma característica das coisas simples: Completar mesmo sendo tão pouco. Aliás, quem disse que as coisas simples são pouca coisa?
Por fim, nesse cenário, ao mesmo tempo tão simples e ao mesmo tempo tão digno de admiração, se vê um humano. Perto dele, um lindo cão de pelagem longa e dourada, com seu focinho macio e orelhas felpudas, com um sorriso tomando seu rosto. Não é um cão de ricos, nem sequer é famoso. Não dorme em camas de couro alemão ou come o melhor alimento do mercado. Com sua exuberante beleza, ele pula por tal cenário, como se nunca fosse se saciar de estar ali. Persegue uma bola simples, mas com tal convicção que parece que nunca poderia viver sem isso. Um cão simples, num cenário simples. Uma cena simplesmente feliz. Como podem os humanos complicar tanto as coisas?
Na imensidão aquática que existe logo à frente, é possível ver vão reflexo do exuberante céu. Não bastasse isso, esse aglomerado de gotinhas forma uma união tão bela, que chega a formar outra dimensão, onde vivem animais dos mais diversos tipos, em plena paz e harmonia. E os humanos, tão cheios de si, não conseguem se igualar nem sequer a gotículas de água.
Uma ponte, simples, de madeira, feita pelos próprios moradores locais, ou visitantes periódicos, se estende sobre a água. A ponte, é claro, não foi a natureza quem fez, mas foi feita de maneira tão simples, tão inocente, tão livre de sentimentos grandiosos, que se encaixou no cenário, o tornando mais alegre, e mesmo sendo apenas um pontezinha, ela completou o cenário. Eis uma característica das coisas simples: Completar mesmo sendo tão pouco. Aliás, quem disse que as coisas simples são pouca coisa?
Por fim, nesse cenário, ao mesmo tempo tão simples e ao mesmo tempo tão digno de admiração, se vê um humano. Perto dele, um lindo cão de pelagem longa e dourada, com seu focinho macio e orelhas felpudas, com um sorriso tomando seu rosto. Não é um cão de ricos, nem sequer é famoso. Não dorme em camas de couro alemão ou come o melhor alimento do mercado. Com sua exuberante beleza, ele pula por tal cenário, como se nunca fosse se saciar de estar ali. Persegue uma bola simples, mas com tal convicção que parece que nunca poderia viver sem isso. Um cão simples, num cenário simples. Uma cena simplesmente feliz. Como podem os humanos complicar tanto as coisas?
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